O ECO – Estarreja Colaborativa Orientadora é uma iniciativa do Município de Estarreja, dinamizada no âmbito do TRANS-lighthouses, um projeto europeu focado na criação e implementação de Soluções baseadas na Natureza (SbN) inovadoras, assentes na participação e inclusão das comunidades locais.  

O ECO surge do objetivo de valorizar o património natural do concelho de Estarreja, tendo como premissa o envolvimento dos vários atores chave presentes no território, de forma a integrar diferentes interesses e visões.
Em termos práticos, o ECO consiste num processo participativo, com quatro fases distintas – diagnóstico, desenho de soluções, implementação de soluções e monitorização/avaliação – que irão decorrer ao longo de 2025. A iniciativa arranca já em janeiro, com a fase de diagnóstico, com sessões participativas nas várias freguesias/localidades de Estarreja – Canelas e Fermelã, Salreu, Beduído, Veiros, Avanca e Pardilhó – e uma sessão concelhia.

E porquê um processo participativo? Este método desempenha um papel fundamental na conservação da natureza, pois envolve as comunidades locais, grupos sociais e outros stakeholders nas tomadas de decisão sobre o uso e proteção dos recursos naturais. Ao integrar diferentes conhecimentos, perspetivas e experiências, pretendemos que as ações de conservação sejam mais eficazes e adaptadas à realidade local, com benefícios para quem vive e trabalha no concelho.

Faça parte deste projeto para juntos valorizarmos o nosso património natural e criarmos as próximas SbN a implementar em Estarreja. 

Vamos criar mudanças locais com impacto global. O seu contributo tem eco na natureza e na sociedade!

1
OBJETIVO 01
Preservar e potenciar os valores naturais da região
2
OBJETIVO 02
Integrar os diferentes interesses e visões
3
OBJETIVO 03
Co-criar uma estratégia de gestão para o património natural de Estarreja
4
OBJETIVO 04
Valorizar o território e potenciar a sua atratividade
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OBJETIVO 01
Preservar e potenciar os valores naturais da região
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OBJETIVO 02
Integrar os diferentes interesses e visões
3
OBJETIVO 03
Co-criar uma estratégia de gestão para o património natural de Estarreja
4
OBJETIVO 04
Valorizar o território e potenciar a sua atratividade

O processo participativo decorrerá em 4 fases,
sendo cada uma desenvolvida localmente por freguesia (Avanca, Beduído,
Canelas e Fermelã, Pardilhó, Salreu e Veiros) e a nível concelhio.

Fase 1

Co-diagnóstico

Identificação dos desafios e oportunidades ao nível do património natural do município e mapeamento dos valores naturais

Fase 2

Co-desenho de Soluções baseadas na Natureza

Planear e construir soluções e medidas a adotar no território

Votação
Escolha democrática da proposta
a implementar

Fase 3

Co-implementação
das soluções

Participar ativamente na implementação das soluções co-construídas

Fase 4

Monitorização e Avaliação

Acompanhar e analisar as soluções adotadas

Quando

De 19 a 31 de janeiro

Quem pode votar

Todas as pessoas com NIF válido em Portugal, e com idade igual ou superior a 13 anos à data do voto

Onde votar

Biblioteca Municipal de Estarreja, terça a sexta, das 10h00 às 18h00, e sábado, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h30
BioRia, Centro de Interpretação Ambiental de Salreu, terça a domingo, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00
Junta de Freguesia de Avanca, segunda a sexta, das 9h00 às 12h00 e das 13h30 às 18h00
Junta de Freguesia de Beduído, segunda a sexta, das 9h30 às 12h00 e das 14h30 às 17h30
Junta de Freguesia de Canelas, segunda a sexta, das 14h30 às 17h00
Junta de Freguesia de Fermelã, segunda a sexta, das 14h30 às 17h00
Junta de Freguesia de Pardilhó, segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 16h30
Junta de Freguesia de Salreu, segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 16h45
Junta de Freguesia de Veiros, segunda a sexta, das 14h00 às 17h00

Como votar

Votação presencial em plataforma digital, sendo obrigatório apresentar documento com NIF válido em Portugal.
Cada eleitor tem direito a dois votos, com o mesmo peso, em duas propostas distintas.

As propostas a votação

Consulte os relatórios da Fase de co-desenho e da Análise técnica das propostas, para conhecer com detalhe as várias propostas, assim como o seu processo de criação e validação técnica.

Política de privacidade

A política de privacidade relativa ao processo de votação pode ser consultada aqui.

Local de implementação

Concelho, diversos locais

Descrição do projeto

Preservar e valorizar a biodiversidade local através da implementação a médio/longo prazo de uma rede de microreservas. Esta rede terá como meta a criação de, 
pelo menos, duas microreservas por freguesia, procurando cobrir as especificidades territoriais: uma na zona lagunar e outra na zona nascente, sempre que 
a viabilidade o permita.
Como ação concreta, prevê-se a implementação de um mínimo de duas microreservas em 2026, a serem localizadas em locais identificados como prioritários 
para a conservação.

Benefícios e limitações de implementação

Preservação da biodiversidade local e, em particular, de espécies ameaçadas de fauna e flora. Implementação de pequenas áreas dedicadas à conservação 
da Natureza em todas as freguesias, fortalecendo a ligação entre as pessoas e o património natural. Restauro ecológico de áreas ameaçadas ou degradadas.
Grande variedade de ecossistemas e espécies abrangidas.
Dificuldade na identificação de proprietários dos terrenos prioritários. Processo burocrático, sendo a implementação das microreservas dependente 
do estabelecimento de protocolos e/ou de aquisição de terrenos. Baixa continuidade espacial.

Orçamento estimado

90 500€

Tipologia de despesas

Aquisição de terrenos, serviços de gestão do terreno e vegetação, aquisição de equipamentos de apoio à visitação e de plantas para restauro ecológico,
 serviços de design e comunicação física e digital, recursos humanos, entre outros.

Execução temporal

Implementação de um mínimo de duas microreservas até ao final de 2026, ampliando a rede nos anos

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Concelho, diversos locais

Descrição do projeto

Constituição de grupos de trabalho por freguesia, que incluam agentes locais, com vista a identificar locais, prioridades e medidas a aplicar. Restauro de nascentes/fontes e a sua envolvente, e requalificação ou criação de charcos e outros pontos de água naturais ou artificiais em todas as freguesias, visando a promoção e o incremento da biodiversidade. Em 2026, prevê-se a beneficiação de um mínimo de uma nascente, e a implementação de quatro charcos, em locais considerados como prioritários pelos grupos de trabalho.

Benefícios e limitações de implementação

Requalificação ambiental e cultural de espaços tradicionalmente utilizados no concelho, nomeadamente nascentes/fontes. Promoção da biodiversidade local com a implementação de charcos, e preservação de espécies ameaçadas de fauna e flora. Criação de hotspots de biodiversidade.
Dificuldade na identificação de proprietários dos terrenos necessários à implementação dos charcos. Benefícios ambientais muito localizados.

Orçamento estimado

77 500€

Tipologia de despesas

Serviços de gestão do terreno e vegetação, aquisição de terrenos para implementação de charcos, aquisição de equipamentos de apoio à visitação, aquisição de materiais e plantas para construção de charcos, serviços de design e comunicação física e digital, recursos humanos, entre outros.

Execução temporal

Restauro/requalificação de, no mínimo, uma nascente/fonte e envolvente, e implementação de quatro charcos até ao final de 2026, ampliando a outros locais nos anos seguintes.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Rio Antuã (troço a definir)

Descrição do projeto

Criar um plano de ação para um troço do Rio Antuã, com desenvolvimento de ações de remoção de resíduos urbanos e provenientes de demolição e construção. Promover a biodiversidade local através do restauro ecológico da galeria ripícola, nomeadamente com ações de controlo de espécies invasoras e de plantação de espécies nativas.

Benefícios e limitações de implementação

Restauro da galeria ripícola e consequente promoção da biodiversidade em áreas ribeirinhas. Melhoria da conectividade ecológica. Controlo localizado de espécies invasoras, reduzindo o seu impacte e dispersão. A longo prazo, aumento da estabilidade das margens do Rio e controlo da erosão.
Projeto dependente de parecer das entidades competentes. Dificuldade na identificação de proprietários. Locais de difícil acesso, nomeadamente a maquinaria. Efeitos a médio/longo prazo.

Orçamento estimado

100 000€

Tipologia de despesas

Elaboração de projeto, serviços de sapador e de gestão e modelagem do terreno, aquisição de plantas, recursos humanos, design e comunicação do projeto, entre outros.

Execução temporal

Projeto com um período de execução significativo, entre 2026/27. Ações práticas de restauro, em locais específicos, a decorrer até ao final de 2026.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Concelho (área concreta a definir)

Descrição do projeto

Criação de uma ferramenta/figura legal (parque natural de âmbito local) que promova a conservação da natureza de forma integrada com a economia e cultura locais, potenciando e valorizando o BioRia, a área florestal nascente, e o território de Estarreja como um todo.
Os principais objetivos do projeto incluem a seleção e aquisição de terrenos estratégicos para a conservação da biodiversidade, a promoção do ecoturismo através de atividades e trilhos, o fortalecimento da ligação entre património natural e cultural, a promoção de negócios locais e das práticas sustentáveis, entre outros.

Benefícios e limitações de implementação

Valorização do património natural de Estarreja, do BioRia, e aumento da atratividade do território. Preservação da biodiversidade através da criação de áreas dedicadas à conservação. Promoção do turismo de natureza, dos produtos e negócios locais. Figura legal de classificação que alicerça candidaturas a financiamento. Aumentar o reconhecimento da sociedade para os valores naturais e culturais de Estarreja. Fomento da formação e sensibilização da população para a conservação da natureza e da biodiversidade. Incentivo à participação ativa e o contacto direto com a natureza.
Processo moroso. Requer o envolvimento dos diferentes atores-chave do território.

Orçamento estimado

100 000€

Tipologia de despesas

Recursos humanos, gestão e modelagem do terreno, aquisição de terrenos, equipamento de apoio à visitação e sinalética, website, design e comunicação, entre outros.

Execução temporal

Elaboração de Relatório Técnico, definição da área a classificar, ações de conservação no terreno, atividades lúdicas e pedagógicas, e seleção de zonas prioritárias até ao final de 2026. Classificação do Parque Natural de âmbito local em 2027, acompanhado do plano de comunicação. Projeto contínuo no tempo.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Concelho (frente lagunar e área piloto num troço do Rio Antuã)

Descrição do projeto

Implementação de uma estratégia de controlo de erva-das-pampas (Cortaderia selloana) na frente lagunar do Concelho, e de um projeto-piloto de controlo de acácias (Acacia sp.) nas margens do Rio Antuã. Criação de uma equipa de trabalho e mapeamento das áreas a intervir, comunicação e articulação com proprietários, e posterior controlo mecânico e/ou químico de exemplares destas espécies invasoras. Restauro ecológico das zonas intervencionadas com plantação de espécies da flora autóctones.

Benefícios e limitações de implementação

Atuação em zonas prioritárias com redução dos impactes das espécies invasoras em foco e da sua dispersão, resultando na recuperação dos habitats, aumento da resiliência dos ecossistemas e beneficiação da biodiversidade. O restauro ecológico contribui para a ação climática, com o aumento do sequestro de carbono por parte da vegetação nativa potenciada pelas ações. Sensibilização da população para a problemática das invasões biológicas, e aumento do conhecimento acerca de espécies invasoras.
Ações localizadas e com efeitos circunscritos no espaço, necessidade de identificação de proprietários para resultados mais evidentes e duradouros. É indispensável o acompanhamento das intervenções a médio prazo, para controlo do banco de sementes das espécies invasoras.

Orçamento estimado

84 000€

Tipologia de despesas

Elaboração de projeto, aquisição de serviços de sapador e de maquinaria, aquisição de plantas, recursos humanos, design e comunicação do projeto, entre outros.

Execução temporal

Projeto com ações práticas de controlo de plantas invasoras, em locais específicos, a decorrer até ao final de 2026. Acompanhamento das áreas intervencionadas a médio prazo.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Concelho

Descrição do projeto

Incentivo à plantação de espécies de árvores nativas com vista a aumentar a área de floresta nativa no concelho, salvaguardar os valores naturais de Estarreja e reduzir o risco de incêndio. O projeto inclui a criação de um viveiro florestal municipal para produção e fornecimento de árvores nativas, e a implementação de uma floresta modelo, assim como a definição de regulamento para candidaturas a apoio e aconselhamento técnico, e a criação de um manual de boas práticas adaptado à realidade do município.

Benefícios e limitações de implementação

Dotação de um viveiro florestal municipal. Promoção da biodiversidade em áreas florestais e urbanas. Redução dos riscos de incêndio utilizando floresta nativa.
Projeto maioritariamente relevante para proprietários de terrenos onde possam ser plantadas árvores. Beneficiação de áreas privadas, não disponíveis à população em geral. Eficácia do projeto depende da adesão da população.

Orçamento estimado

98 000€

Tipologia de despesas

Implementação de um viveiro florestal, aquisição de plantas e materiais e equipamentos para a sua produção localizada, recursos humanos, website, design e comunicação, produção de guia de boas práticas, gestão de terreno, entre outros.

Execução temporal

Implementação do viveiro florestal e da floresta-modelo, e definição de regulamento e abertura de candidaturas em 2026. Guia de boas práticas em 2027. Projeto contínuo no tempo.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Vale do Antuã

Descrição do projeto

Implementação de um trilho pedestre ao longo do Rio Antuã, entre a Minhoteira e o Parque Municipal do Antuã, recuperando caminhos já existentes. Interligar o património natural com o cultural (exemplo: moinhos, açudes, pontes, etc.) e criar conteúdos pedagógicos. Dinamizar ações de promoção da biodiversidade local e de divulgação do projeto.

Benefícios e limitações de implementação

Implementação de um novo percurso pedestre. Destaque das atividades e tradições do passado, relacionadas com o património molinológico. Promoção do turismo de natureza.
Benefícios diretos reduzidos para o ambiente. Dificuldade na identificação de proprietários. Envolve locais de difícil acesso, nomeadamente a maquinaria.

Orçamento estimado

90 500€

Tipologia de despesas

Recursos humanos, serviços de sapador e de gestão de terreno, reabilitação de caminhos, comunicação e design, aquisição de equipamentos de apoio à visitação, entre outros.

Execução temporal

Processo de implementação moroso. Identificação e mapeamento do trilho, ações de beneficiação do trilho, seus acessos e áreas envolventes, até ao final de 2026. Implementação finalizada em 2027.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Concelho

Descrição do projeto

Incentivar e valorizar a produção de arroz no Baixo Vouga Lagunar (Estarreja), incluindo através da certificação DOP (Denominação de Origem Protegida). O Projeto inclui ações como o levantamento dos terrenos com potencial para orizicultura e dos seus proprietários, a criação de uma linha de apoio ao cultivo do arroz (criação de regulamento, análise de candidaturas), a aquisição de terrenos contíguos aos arrozais para gerir como áreas de refúgio para a biodiversidade, e a formação e capacitação de agricultores para práticas agrícolas sustentáveis. Divulgação e comunicação dos produtos e práticas utilizadas.

Benefícios e limitações de implementação

Promoção da orizicultura de Estarreja e dos seus efeitos positivos na paisagem e biodiversidade locais. Valorização de um produto local. Melhoria da articulação entre o cultivo de arroz e a biodiversidade.
Processo moroso por carecer de regulamento próprio. Benefícios diretos do projeto focados num grupo reduzido de pessoas. Atribuição da Denominação de Origem Protegida regulada por entidades externas. Eficiência da capacitação depende da adesão.

Orçamento estimado

91 500€

Tipologia de despesas

Recursos humanos, aquisição de terrenos, ações de formação e capacitação, serviços de consultadoria e de comunicação e design, apoios para orizicultores, entre outros.

Execução temporal

Elaboração do regulamento para a linha de apoio ao longo de 2026, com posterior submissão para aprovação, e implementação no início de 2027. Promoção de 5 sessões de capacitação em 2026 para orizicultores, com temas a definir com os mesmos. Aconselhamento e elaboração do pedido de obtenção da Denominação de Origem Protegida ao longo de 2026.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Concelho

Descrição do projeto

Promover a disponibilização de informação técnica e boas práticas para agricultores, e dinamizar ações de formação e capacitação. O projeto prevê um mínimo de cinco sessões de capacitação com temas a definir, em áreas como a agricultura biológica, melhoria do solo, gestão da água, gestão de resíduos, agroquímicos, podas, adubação, pragas, agricultura regenerativa, ou promoção da biodiversidade em paisagens agrícolas, bem como a preparação de um guia de boas práticas.

Benefícios e limitações de implementação

Adoção de boas práticas agrícolas traz benefícios ambientais e de saúde pública. Promoção do conhecimento junto dos agricultores do concelho em temáticas importantes para a atividade.
Eficiência da capacitação depende da adesão. Processo de produção de um guia de boas práticas moroso. Benefícios ambientais indiretos e dependentes da aplicação das boas práticas.

Orçamento estimado

85 000€

Tipologia de despesas

Sessões de capacitação, recursos humanos, serviço de comunicação e divulgação, e produção do guia de boas práticas.

Execução temporal

Promoção das cinco sessões de capacitação em 2026. Elaboração dos conteúdos para o guia de boas práticas ao longo de 2026, com produção em 2027.

Enquadramento nos ODS

Local de implementação

Concelho

Descrição do projeto

Alteração dos espaços verdes do concelho para locais ricos em espécies de plantas nativas e exóticas de baixa manutenção. Iniciar com estudo técnico dos locais a trabalhar (ex.: rotundas, parques, arruamentos), implementando simultaneamente um projeto piloto, e estabelecendo uma estratégia de marketing e comunicação para os espaços verdes sustentáveis. A médio/longo prazo, criar um parque que inclua uma grande diversidade de flora (Jardim Botânico) e áreas de prados apícolas.

Benefícios e limitações de implementação

Promoção da biodiversidade urbana. Aumento da eficiência da gestão dos espaços verdes. Melhoria da qualidade de vida. Sensibilização para a importância dos espaços verdes urbanos. Criação de um novo espaço verde de lazer. Menor consumo de recursos e aumento da resistência às alterações climáticas e pragas. Custos de manutenção dos espaços verdes mais baixos. Melhoria da conectividade ecológica.
Criação de um novo parque implica um local com condições adequadas e espaço. Benefícios ambientais limitados às áreas urbanas/industriais.

Orçamento estimado

92 000€

Tipologia de despesas

Aquisição de plantas e implementação de viveiro, serviços de elaboração de projetos, e de preparação/gestão de terrenos, design e comunicação do projeto, recursos humanos, entre outros.

Execução temporal

Elaboração do plano de ação para o concelho, e implementação de projeto piloto ao longo de 2026. Alteração dos restantes espaços verdes entre 2026 e 2027. Criação de novo parque até final de 2027.

Enquadramento nos ODS

Sessões
0
PARTICIPANTES
0
ATIVIDADES
0

Para além das Sessões Participativas abertas às comunidades locais, o ECO pretende também integrar a perspetiva dos jovens acerca do património natural do concelho, e por isso estendemos o nosso Caso Piloto às escolas, e desafiámos docentes e alunos a embarcar connosco nesta aventura! Após algumas reuniões iniciais, e com base em trabalho colaborativo de técnicos municipais e docentes, foi co-criada uma estratégia de ação, de forma a tornar a iniciativa “ECO – A tua voz pela Natureza de Estarreja” benéfica para todas as partes, e articulada com os conteúdos programáticos.
 
Desafiámos os alunos de duas turmas do 11.º ano e duas do 8.º, dos Agrupamentos de Escolas de Estarreja e Pardilhó, a olhar para o território do concelho, e a desenhar e construir em conjunto as próximas Soluções baseadas na Natureza a implementar em Estarreja, com o objetivo global de promover e valorizar o património natural do concelho. Este processo assenta em metodologias participativas, promovendo a interação e colaboração entre alunos, docentes, técnicos municipais e atores locais.

O ECO – Estarreja Colaborativa Orientadora, enquadra-se no projeto europeu TRANS-lighthouses, que se centra nas “soluções baseadas na natureza – SbN”, e é composto por um consórcio de 19 parceiros da UE, de 10 países: Portugal, Dinamarca, Alemanha, Chipre, França, Bélgica, Itália, Espanha, Grécia e Suécia. O Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra é responsável pela coordenação geral do consórcio, que inclui outras instituições académicas, organizações de sociedade civil e municípios.

A participação do Município de Estarreja no projeto inclui um Caso de Estudo – o BioRia, uma SbN implementada no território com sucesso e grande expressão a nível regional e nacional, – e um Caso Piloto – o ECO, cujo objetivo é a co-criação de uma estratégia de conservação e valorização do património natural do concelho, obtida através de um processo participativo.

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O QUE SÃO SOLUÇÕES
BASEADAS NA NATUREZA?

De uma forma resumida, a definição dada pela Comissão Europeia descreve as Soluções Baseadas na Natureza (SbN) como soluções inspiradas e apoiadas pela natureza, economicamente viáveis, que proporcionam simultaneamente benefícios ambientais, sociais e económicos, promovendo a resiliência.

As SbN têm o potencial de mitigar os impactos das mudanças climáticas, aumentar a biodiversidade e melhorar a qualidade dos serviços ambientais, e ainda procuram o equilíbrio do meio com as atividades económicas e bem-estar social.

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O QUE SÃO SOLUÇÕES
BASEADAS NA NATUREZA?

De uma forma resumida, a definição dada pela Comissão Europeia descreve as Soluções Baseadas na Natureza (SbN) como soluções inspiradas e apoiadas pela natureza, economicamente viáveis, que proporcionam simultaneamente benefícios ambientais, sociais e económicos, promovendo a resiliência.

As SbN têm o potencial de mitigar os impactos das mudanças climáticas, aumentar a biodiversidade e melhorar a qualidade dos serviços ambientais, e ainda procuram o equilíbrio do meio com as atividades económicas e bem-estar social.